Porque se a minha sogrinha acha que a Princesa é IGUAL à Juliane Moore, quem sou eu (e vocês!!) para dizer o contrário?!
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Escondam-lhe as televisões em HD
Na casa dos sogros as televisões em Alta Definição estão proibidas de entrar. Sou eu quem o diz.
Porque se a minha sogrinha acha que a Princesa é IGUAL à Juliane Moore, quem sou eu (e vocês!!) para dizer o contrário?!
Porque se a minha sogrinha acha que a Princesa é IGUAL à Juliane Moore, quem sou eu (e vocês!!) para dizer o contrário?!
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Diário de Bordo - Myanmar (parte 2)
Dia 24 Dez - Kyaiktiyo (Golden Rock)
No dia de consoada fomos fazer uma peregrinação à Golden Rock, outro dos locais de culto para os budistas. Diz a lenda que um cabelo do Buda faz equilibrar uma pedra no alto de um penhasco desafiando a gravidade. Todos os guias dizem que quem não viu a Golden Rock não esteve no Myanmar.
Por isso, às 6h da manhã, desta vez sem o nosso guia, estávamos por nossa conta, prontos para uma viagem de 45 minutos num autocarro de caixa aberta montanha acima. Só estes autocarros têm autorização para circular. Éramos os únicos ocidentais e claramente não sabíamos o que nos esperava. E o que nos esperava era povo... muito povo do Myanmar.
Nos meses desde Novembro a Março, hordas de peregrinos viajam até à Golden Rock, fazem piqueniques, dormem no santuário, cantam, rezam, fazem oferendas e colam folhas de ouro na Golden Rock. Apesar de toda a confusão, a visão da pedra e de todo o culto à sua volta é muito impressionante.
Mas foi o regresso à base da montanha que marcou esta viagem. Não conseguirei nunca, de forma realista, contar o que foi viajar num autocarro de carga que parecia uma montanha russa, numa prova de resistência aos travões (vento frio na cara incluído). A aventura começou com a nossa tentativa de conseguir um lugar nos autocarros para regressar. Não há filas nem qualquer tipo de organização. Há umas escadas altas para servir de apoio à subida, os autocarros vão estacionando e à medida que ficam cheios, iniciam a descida. Centenas de pessoas a tentar conseguir lugar nem usam as escadas, basicamente escalam o autocarro ainda em movimento, como podem, para garantir lugar. O nosso grupo desenvolveu uma estratégia de ataque e cada um de nós praticamente voou para tentar reservar lugares. Até os locais estavam impressionados com a nossa desenvoltura.
O nosso jantar de consoada foi já em Taungoo, noutro restaurante de beira de estrada, entre turistas e camionistas.
5º dia
Dia 25 Dez - Naypyitaw até Kalaw
Fizemos uma paragem na actual capital do Myanmar, Naypyitaw. A descrição que lemos no guia Lonely Planet deixou-nos muito curiosos porque descrevia a cidade como bizarra. Corresponde em absoluto à realidade. A capital foi transferida de Yangon para o centro do país, num local onde não havia nada, nem sequer acessos. Tudo foi construído de raiz em proporções impressionantes. Centenas de hotéis são fantasma porque não há hospedes. Estradas com 10 faixas em cada direcção estão vazias. Estádios, centros de congressos, pavilhões multi-usos, tudo foi assegurado. Mas não há pessoas. Os ministérios foram transferidos para aqui, mas as embaixadas recusaram o convite para a mudança, ficando em Yangon.
Os militares são uma presença constante, e fomos inclusive mandados parar numa operação stop. Mas assim que os militares perceberam que éramos turistas mandaram-nos seguir. Têm instruções para deixar turistas em paz para evitar quaisquer comentários ou confrontos.
Sem grande atracções para ver, seguimos caminho em direcção a Kalaw. Escolhemos um restaurante de comida tradicional para o nosso jantar de Natal. E como Kalaw é uma cidade de grande altitude, tivemos direito a frio na noite de Natal. Para eu me sentir mais em casa :)
6º dia
Dia 26 Dez - Kalaw
Depois de um Imodium para começar o dia e evitar surpresas, avançamos para o desafio de 18 km de caminhada. Um dia de trecking para conhecer as tribos locais que ainda moram no meio da montanha. O guia para esta caminhada prometeu pássaros únicos, cobras venenosas. crocodilos e mais fauna local. Mas no final do dia só abelhas, mosquitos e borboletas.
As tribos vivem exclusivamente da agricultura (produção de chá, café, laranjas ou lentilhas). Fomos praticamente "atacados" pelas crianças que pediam canetas enquanto tentavam vender artesanato local. Se forem ao Myanmar não se esqueçam de levar um abastecimento de canetas e lápis. Vão fazer estas crianças muito felizes.
Apesar de pobres, sem água canalizada ou electricidade, as pessoas estão habituadas a receber turistas, foram muito simpáticas e adoraram posar para as fotografias. Também percebemos logo que a grande atracção é verem as fotos que lhes tiramos.
Se as nossas barrigas sobreviveram ao almoço no topo da montanha, sobrevivem a tudo. Sem água canalizada, lavamos as mãos com água de um pequeno reservatório cheio de pequeninas larvas. Ficamos de olho nesse reservatório e percebemos que os copos e pratos são também lavados com essa água. E melhor ainda foi perceber que a comida também era lavada naquela água. Avançamos com confiança para a salada de abacate e tomate, noodles confeccionados pelo guia e laranjas como sobremesa. Sobrevivemos. Fizemos o percurso de regresso à vila. E nunca os nossos pés pesaram tanto.
Hoje começou o nosso concurso para ver quanto tempo conseguimos aguentar esperar pelo jantar. O restaurante Nepales de Kalaw (único local onde havia internet decente), fez-nos esperar uma hora pelo jantar! Pelo que nos explicaram, nunca há nada previamente preparado para não haver desperdícios no final. Só preparam aquilo que é pedido pelos clientes.
(cont.)
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Na saúde e na doença, certo?
O presentinho de aniversário da princesa para o Fiel Escudeiro foi um belo passeio. Macau ainda reserva surpresas e novidades para nós. Por isso, depois de uma noite de muita chuva, no início de tarde ensolarada, saímos de mão dadas para aproveitar o dia...
E não deve haver nada melhor que uma ida ao centro de saúde.
Porque a emoção faz parte das nossas vidas, o dia foi preenchido de surpresas (na forma de espirros), presentes (lenços de papel espalhados pela casa) e conversas a dois (com muita tosse).
Foi apenas uma constipação, mas o timing não podia ter sido pior.
E não deve haver nada melhor que uma ida ao centro de saúde.
Porque a emoção faz parte das nossas vidas, o dia foi preenchido de surpresas (na forma de espirros), presentes (lenços de papel espalhados pela casa) e conversas a dois (com muita tosse).
Foi apenas uma constipação, mas o timing não podia ter sido pior.
PARABÉNS Fiel Escudeiro! Para o ano há mais :)
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Diário de Bordo - Myanmar (parte 1)
Durante as férias de Natal e Ano Novo, para a Princesa e o Fiel Escudeiro não ficarem cheios de saudades de casa, a decisão foi fazer uma road trip de 14 dias pelo Myanmar. Queríamos que as distracções fossem suficientes para nos fazer esquecer as saudades.
Gostámos muito do país, bastante pobre e não muito desenvolvido, cheio de discrepâncias sociais, mas as pessoas com uma simpatia imbatível. Homens e mulheres usam saias compridas conforme manda a tradição. A grande maioria da população masca Betel, umas bagas vermelhas enroladas em folhas que deixam dentes, linguas e lábios vermelhos. Parados no trânsito é muito comum ver os condutores abrir a porta do carro para grandes cuspidelas de líquido vermelho produzido por estas bagas. Mulheres e crianças passeiam-se exibindo orgulhosamente Thanaca nas bochechas, uma espécie de creme branco feito à base de madeira de árvores da região. Devido à herança inglesa os carros têm o volante à direita, mas o que é curioso é que eles também conduzem pela direita! O que quer dizer que nos autocarros, por exemplo, as portas dos passageiros estão viradas para a estrada. E em termos de transportes públicos, o que mais vimos foi pessoas empoleiradas em todas as superfícies dos veículos, quase como numa exibição de circo. Motas com famílias inteiras (bebés incluídos), pequenos carros com dezenas de pessoas no tejadilho... o céu é o limite para a população do Myanmar. Passámos por muitas cidades, vilas e aldeias e estas são as nossas aventuras...
1º dia
Dia 21 Dez - Chegada a Yangon
Os problemas com a AirAsia não são só com os aviões, mas também com o site de reservas. Como não conseguimos voo com os nossos amigos, e tivemos de comprar bilhetes noutro horário, chegamos a Yangon já depois de jantar.
Ponto alto desta alteração: conhecemos o Thiago e a Flávia no voo de ligação a Yangon, um casal de brasileiros a viajar pelo sudeste asiático, com quem marcamos jantar no dia seguinte.
Depois do check in, a primeira paragem foi numa "Casa de Chá" perto do hotel (porque o restaurante "decente" já estava fechado), com mesas e bancos muitos baixinhos. Eramos os únicos ocidentais, e claramente o centro das atenções. Serviram-nos um caril de galinha e uma espécie de panqueca indiana chamada Roti. Ainda não estávamos verdadeiramente preparados para a experiência com medo da limpeza ou qualidade da comida. Foi um erro, porque posteriormente percebemos que devíamos ter aproveitado sem qualquer receio.
Mas olhar para aquela travessa de metal que nos atiraram para a frente com conteúdo indecifrável, olhar para a colher do chá com substâncias pretas impregnadas, ver uma maquineta de sumos de conteúdo duvidável.. tudo fazia antever o pior.
2º dia
Dia 22 Dez - Yangon
Visita à Shwedagon Pagoda, uma das mais famosas do mundo, e segundo nos disse o guia, a maior do mundo. É um dos locais de culto mais importantes para os budistas. Apesar de estar parcialmente em remodelações, conseguimos perceber a imponência do local, com 100 metros de altura, com uma parte de ouro maciço, rubis ao longo da pagoda e um grande diamante no topo.
Lições da manhã: os budistas têm 8 dias da semana porque a quarta-feira conta como dois dias. Cada dia tem um animal de culto, relacionado com a nossa data e hora de nascimento.
Ficamos durante a manhã neste local, e no caminho para o almoço passamos pela casa onde Aung San Suu Kyi ficou prisioneira mais de 15 anos.
O almoço foi num restaurante para locais. Duas coisas a salientar deste almoço. O nosso guia não parava de dizer "unbelievable" enquanto via o Fiel Escudeiro aviar tacinhas de caril e arroz. Ficou aqui definido o mote desta viagem: quanto é que o Fiel Escudeiro vai conseguir comer em cada refeição!
O segundo ponto alto da refeição foi inacreditável. Eu já tinha lido sobre o assunto, mas nunca achei que fosse ver in loco este comportamento. Quando a nossa amiga alcançou o copo de cerveja que estava numa mesa de apoio, estava uma barata gigante lá dentro. O que faz a rapariga do restaurante quando a chamamos? Pega delicadamente na barata, coloca-a sobre o seu braço e espera que o bichinho siga o seu caminho, para debaixo do móvel ao nosso lado. E devolve o copo de cerveja.
Os budistas não matam nenhum animal, nem as baratas que bebem dos copos dos clientes.
Depois de uma tarde passada a ver templos e budas sentados, budas deitados ou budas m pé, e de uma massagem birmanesa, fomos jantar com os nossos novos amigos que conhecemos no voo.
O jantar foi regado a vinho e cerveja da Birmânia. Fomos os últimos sair do restaurante, já com os empregados à beira de um ataque de nervos, encaixamos 6 pessoas dentro de um táxi e seguimos para o rooftop da cidade... num quinto andar. Ainda assim com uma vista maravilhosa para a Shwedagon Pagoda.
Depois desta noite vou passar a trazer Guronsan para as nossas viagens :)
E percebemos que já não temos idade para pedir cocktails ao jarro. Muito menos bebidas cor de rosinha. Vão invariávelemente saber-nos a Tang.
3º dia
Dia 23 Dez - Bago
O dia foi de viagem até Bago. Adoramos saber que o símbolo da cidade é uma Hamsa fêmea (pássaro mitológico) empoleirada nas costas de um Hamsa macho. Querendo dizer que o simbolo da cidade está relacionado com o cavalheirismo dos homens desta cidade. Porque o homem é tão bonzinho que até deixa a sua esposa descansar nas suas costas. Actualmente fazem-se piadas com o facto de ninguém querer casar com mulheres de Bago porque são muito exigentes.
Mais um almoço e a descoberta do prato de Arroz de Coco que vamos tentar reproduzir em casa. E mais Budas gigantes.. Budas sentados, Budas deitados e Budas em pé.
Nesta noite já ficamos em Kyaiktiyo, a base para subir à Golden Rock. A pele pálida da princesa fez sucesso. As locais, que usam uma pasta branca na cara para proteger do sol, ficaram surpreendidas com uma pela naturalmente esbranquiçada.Vieram inclusive beliscar-me a cara para se certificarem que não estava pintada.
(cont.)
Gostámos muito do país, bastante pobre e não muito desenvolvido, cheio de discrepâncias sociais, mas as pessoas com uma simpatia imbatível. Homens e mulheres usam saias compridas conforme manda a tradição. A grande maioria da população masca Betel, umas bagas vermelhas enroladas em folhas que deixam dentes, linguas e lábios vermelhos. Parados no trânsito é muito comum ver os condutores abrir a porta do carro para grandes cuspidelas de líquido vermelho produzido por estas bagas. Mulheres e crianças passeiam-se exibindo orgulhosamente Thanaca nas bochechas, uma espécie de creme branco feito à base de madeira de árvores da região. Devido à herança inglesa os carros têm o volante à direita, mas o que é curioso é que eles também conduzem pela direita! O que quer dizer que nos autocarros, por exemplo, as portas dos passageiros estão viradas para a estrada. E em termos de transportes públicos, o que mais vimos foi pessoas empoleiradas em todas as superfícies dos veículos, quase como numa exibição de circo. Motas com famílias inteiras (bebés incluídos), pequenos carros com dezenas de pessoas no tejadilho... o céu é o limite para a população do Myanmar. Passámos por muitas cidades, vilas e aldeias e estas são as nossas aventuras...
1º dia
Dia 21 Dez - Chegada a Yangon
Os problemas com a AirAsia não são só com os aviões, mas também com o site de reservas. Como não conseguimos voo com os nossos amigos, e tivemos de comprar bilhetes noutro horário, chegamos a Yangon já depois de jantar.
Ponto alto desta alteração: conhecemos o Thiago e a Flávia no voo de ligação a Yangon, um casal de brasileiros a viajar pelo sudeste asiático, com quem marcamos jantar no dia seguinte.
Depois do check in, a primeira paragem foi numa "Casa de Chá" perto do hotel (porque o restaurante "decente" já estava fechado), com mesas e bancos muitos baixinhos. Eramos os únicos ocidentais, e claramente o centro das atenções. Serviram-nos um caril de galinha e uma espécie de panqueca indiana chamada Roti. Ainda não estávamos verdadeiramente preparados para a experiência com medo da limpeza ou qualidade da comida. Foi um erro, porque posteriormente percebemos que devíamos ter aproveitado sem qualquer receio.
Mas olhar para aquela travessa de metal que nos atiraram para a frente com conteúdo indecifrável, olhar para a colher do chá com substâncias pretas impregnadas, ver uma maquineta de sumos de conteúdo duvidável.. tudo fazia antever o pior.
2º dia
Dia 22 Dez - Yangon
Visita à Shwedagon Pagoda, uma das mais famosas do mundo, e segundo nos disse o guia, a maior do mundo. É um dos locais de culto mais importantes para os budistas. Apesar de estar parcialmente em remodelações, conseguimos perceber a imponência do local, com 100 metros de altura, com uma parte de ouro maciço, rubis ao longo da pagoda e um grande diamante no topo.
Lições da manhã: os budistas têm 8 dias da semana porque a quarta-feira conta como dois dias. Cada dia tem um animal de culto, relacionado com a nossa data e hora de nascimento.
Ficamos durante a manhã neste local, e no caminho para o almoço passamos pela casa onde Aung San Suu Kyi ficou prisioneira mais de 15 anos.
O almoço foi num restaurante para locais. Duas coisas a salientar deste almoço. O nosso guia não parava de dizer "unbelievable" enquanto via o Fiel Escudeiro aviar tacinhas de caril e arroz. Ficou aqui definido o mote desta viagem: quanto é que o Fiel Escudeiro vai conseguir comer em cada refeição!
O segundo ponto alto da refeição foi inacreditável. Eu já tinha lido sobre o assunto, mas nunca achei que fosse ver in loco este comportamento. Quando a nossa amiga alcançou o copo de cerveja que estava numa mesa de apoio, estava uma barata gigante lá dentro. O que faz a rapariga do restaurante quando a chamamos? Pega delicadamente na barata, coloca-a sobre o seu braço e espera que o bichinho siga o seu caminho, para debaixo do móvel ao nosso lado. E devolve o copo de cerveja.
Os budistas não matam nenhum animal, nem as baratas que bebem dos copos dos clientes.
Depois de uma tarde passada a ver templos e budas sentados, budas deitados ou budas m pé, e de uma massagem birmanesa, fomos jantar com os nossos novos amigos que conhecemos no voo.
O jantar foi regado a vinho e cerveja da Birmânia. Fomos os últimos sair do restaurante, já com os empregados à beira de um ataque de nervos, encaixamos 6 pessoas dentro de um táxi e seguimos para o rooftop da cidade... num quinto andar. Ainda assim com uma vista maravilhosa para a Shwedagon Pagoda.
Depois desta noite vou passar a trazer Guronsan para as nossas viagens :)
E percebemos que já não temos idade para pedir cocktails ao jarro. Muito menos bebidas cor de rosinha. Vão invariávelemente saber-nos a Tang.
3º dia
Dia 23 Dez - Bago
O dia foi de viagem até Bago. Adoramos saber que o símbolo da cidade é uma Hamsa fêmea (pássaro mitológico) empoleirada nas costas de um Hamsa macho. Querendo dizer que o simbolo da cidade está relacionado com o cavalheirismo dos homens desta cidade. Porque o homem é tão bonzinho que até deixa a sua esposa descansar nas suas costas. Actualmente fazem-se piadas com o facto de ninguém querer casar com mulheres de Bago porque são muito exigentes.
Mais um almoço e a descoberta do prato de Arroz de Coco que vamos tentar reproduzir em casa. E mais Budas gigantes.. Budas sentados, Budas deitados e Budas em pé.
Nesta noite já ficamos em Kyaiktiyo, a base para subir à Golden Rock. A pele pálida da princesa fez sucesso. As locais, que usam uma pasta branca na cara para proteger do sol, ficaram surpreendidas com uma pela naturalmente esbranquiçada.Vieram inclusive beliscar-me a cara para se certificarem que não estava pintada.
(cont.)
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Resoluções para o Novo Ano
Uma pessoa fala em fazer dieta para recuperar dos excessos de 2014 e dá nisto. A Princesa está oficialmente preocupada porque o Fiel Escudeiro já está a alucinar e ainda nem sequer lhe comecei a tirar o açúcar.
Diálogo matinal:
- Princesa: Até logo Fiel Escudeiro, estou a sair para o trabalho.
- Fiel Escudeiro, ainda meio a dormir: Vens almoçar a casa?
- Princesa, surpreendida com a pergunta: Não estava a pensar nisso. Porquê? Precisas de alguma coisa?
- Fiel Escudeiro, meio entaramelado: Acho que a comida não vai chegar!
- Princesa, incrédula: ????
- Fiel Escudeiro numa ladainha: humm.. A comida.. comida.. humm..
Nem quero pensar qual será a reacção quando lhe sugerir fazer exercício físico!
Diálogo matinal:
- Princesa: Até logo Fiel Escudeiro, estou a sair para o trabalho.
- Fiel Escudeiro, ainda meio a dormir: Vens almoçar a casa?
- Princesa, surpreendida com a pergunta: Não estava a pensar nisso. Porquê? Precisas de alguma coisa?
- Fiel Escudeiro, meio entaramelado: Acho que a comida não vai chegar!
- Princesa, incrédula: ????
- Fiel Escudeiro numa ladainha: humm.. A comida.. comida.. humm..
Nem quero pensar qual será a reacção quando lhe sugerir fazer exercício físico!
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